Do sensor ao indicador, sem atalho.
O ponto de partida para quem opera, planeja ou gerencia produção e quer entender o que a Indústria 4.0 muda no resultado da fábrica. Dez aulas curtas em dois módulos, duas delas em conversa com o CEO da Ubivis, e uma apostila em PDF para cada módulo.

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Parabéns por buscar evolução
A Ubivis é sua parceira nessa busca.
Cada aula resolve uma pergunta
A ordem existe por um motivo: não dá para escolher indicador antes de saber o que a máquina consegue contar. Continue rolando para percorrer.
Introdução: por que digitalizar muda o resultado
Toda indústria persegue três caminhos para crescer: cobrar mais, produzir mais ou gastar menos. Em mercado disputado, os dois primeiros travam e sobra o terceiro. Esta aula mostra por onde a digitalização ataca o custo, e onde a Ubivis entra nessa conta.
- Os objetivos de uma indústria, e qual deles a tecnologia alcança primeiro
- Onde o dado em tempo real encontra gargalo, desperdício e consumo de energia
- O que cada aula deste módulo vai cobrir
O que é Indústria 4.0
Da produção artesanal à fábrica conectada, em quatro saltos. A aula percorre as três revoluções anteriores, mostra o que a quarta acrescenta ao juntar o mundo físico com o digital, e apresenta a quinta, que traz sustentabilidade e pessoas para o centro.
- Máquina a vapor, eletricidade e CLP: o que cada revolução resolveu
- IoT, inteligência artificial, visão computacional e nuvem no chão de fábrica
- Indústria 5.0, e por que ela fala de gente
- Níveis de maturidade: cada fábrica entra em um ponto diferente
A trajetória da Ubivis, com o CEO
Conversa com Paulo Henrique Garcia de Souza sobre a formação dele, os primeiros projetos e a necessidade de mercado que fez a Ubivis existir. Ele conta como a empresa chegou à Indústria 4.0 pelo caminho da prática, projeto a projeto.
- A formação e os desafios de carreira que vieram antes da empresa
- Que problema de fábrica deu origem à Ubivis
- Como digitalização, dado e inteligência artificial entraram no produto
A indústria do futuro
Segunda parte da conversa com o CEO. O assunto agora é para onde a manufatura caminha: o que a conectividade e a decisão baseada em dado já mudaram, o que ainda emperra dentro das empresas, e o que a Indústria 5.0 propõe de diferente.
- Produtividade e competitividade: onde a tecnologia já pagou
- Os obstáculos que aparecem em toda transformação digital
- Indústria 5.0: personalização, sustentabilidade e uso ético da tecnologia
- As competências que a próxima década vai cobrar
Como chegar na quarta revolução industrial
Comprar sensor, software e inteligência artificial não coloca ninguém na Indústria 4.0. Esta aula mostra o que vem antes: monitorar para ter dado, padronizar processo, integrar sistema e construir o hábito de decidir olhando número.
- O engano de tratar tecnologia comprada como transformação pronta
- Monitoramento como primeiro degrau, em qualquer nível de automação
- Por que projeto de inteligência artificial falha quando a base de dados é rasa
- Piloto, prova de conceito e melhoria contínua no lugar do salto único
Como digitalizar um processo: sensores ou atuadores?
Digitalizar começa por entender o processo e decidir qual informação precisa sair dele. Numa injetora, um sensor conta peça e isso vira tempo de ciclo, produção e parada. Numa dobradeira, sensor e medidor elétrico mostram produção, disponibilidade e consumo de energia.
- O primeiro passo da digitalização, que é escolher o que medir antes de escolher o sensor
- Sensor converte fenômeno físico em sinal; atuador executa a ação que o controle mandou
- Três indicadores que saem de uma dobradeira, e o que fazer com eles no painel e no Andon
Qual a diferença entre sinais digitais e analógicos?
Temperatura e pressão assumem qualquer valor dentro de uma faixa; peça produzida e ciclo se contam. São naturezas diferentes, e pedem sinais diferentes. Esta aula mostra os padrões que a indústria usa e por que escolher errado custa sensor e retrabalho.
- Grandeza contínua e contagem discreta, e como isso decide o tipo de sensor
- Os padrões de campo: 0 a 10 V, 0 a 20 mA, 4 a 20 mA, e o 24 V do sinal digital
- Por que 4 a 20 mA virou padrão: em 0 mA o cabo rompeu, e isso é diferente de medir zero
Internet das Coisas
IoT é objeto físico conectado trocando informação, da lâmpada da sala ao equipamento no chão de fábrica. O que muda de um caso para o outro é a rede: alcance, consumo de energia e infraestrutura disponível decidem a tecnologia.
- O caminho que um comando percorre até o dispositivo executar a ação
- Wi-Fi, LoRaWAN, Sigfox e NB-IoT, e o que faz você escolher um deles
- Por que uma rede dedicada de IoT alivia e protege a rede corporativa da fábrica
IIoT x IoT
Os mesmos sensores e a mesma conectividade mudam de exigência quando entram na fábrica. Falha numa lâmpada inteligente incomoda por um minuto; falha numa linha de produção para máquina e cria risco. Esta aula separa o que é monitoramento do que é controle crítico.
- O que muda do IoT de casa para o IIoT de fábrica, em objetivo e em consequência de falha
- Sistema online e sistema em tempo real, e por que o CLP continua no segundo grupo
- Por que segurança cibernética pesa mais quando o dispositivo enxerga a rede industrial
Business case: o UB-IOT em 20 indústrias com o SENAI
Em 2022 um edital de inovação financiou a primeira versão do UB-IOT, e o SENAI Paraná levou a solução para 20 indústrias do metalmecânico. Dobradeira, máquina de solda, centro de usinagem e braço robótico entraram por sensor ou direto do CLP.
- De onde saiu a primeira versão do UB-IOT, e o que o edital pedia em troca
- As máquinas que entraram na prova de conceito, e como o dado saiu de cada uma
- O que aconteceu depois que a prova de conceito acabou, e a entrada no Brasil Mais Produtivo
Máquina parada não avisa. O dado avisa.

Joelton Gotz
Doutor em Engenharia Elétrica, pesquisa em sistemas industriais. As aulas saem de problema real de linha: o que o controlador já sabe e ninguém foi buscar, por que o painel bonito não muda o turno, e como escolher o primeiro indicador sem transformar o time em fiscal de planilha.
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